Terça-Feira, 10 de Março de 2026

Familiares e amigos dão o último adeus a Geisiely Mariano da Silva

Todo sepultamento é marcado por lágrimas e pedidos de justiça


Por Keila Bachot/AlaNorte Notícias
Publicada em 02/09/2016 às 13:12 - Atualizada em 02/09/2016 13:28


Centenas de pessoas comparecem ao sepultamento de Geisiely Mariano da Silva, 10 anos (Fotos: Keila Bachot/ AlaNorte Notícias

A manhã desta sexta-feira (2), foi marcada pelo enterro de Geisiely Mariano da Silva, a menina de apenas 10 anos que foi sequestrada e morta a pauladas pelo padrasto José Augusto Santos da Silva, 28 anos. Centenas de pessoas acompanharam o funeral da menina, que foi enterrada no cemitério de São Luís do Quitunde, Região Norte de Alagoas.

A família materna e paterna de Geisiely estavam desoladas. No cemitério, o pai da criança, chorando agradeceu a todos que foram prestar as últimas homenagens a sua filha. “Gente, obrigado, que Jesus abençoe a cada um de vocês. É uma dor ver minha filha desse jeito”, lamentou o pai.

A triste história da criança comoveu não só a população quitundense, mas a todos que tomaram conhecimento do caso. “Eu moro na Barra de Santo Antônio e vim para o enterro de luto, porque sou vó, sou mãe e sei o quanto está doendo. Eu peço justiça”, falou Cledizete Correia dos Santos.

Centenas de pessoas deram o último adeus a Geisiely Mariano da Silva (Foto: Keila Bachot/AlaNorte Notícias)

Severino Mariano da Silva, tio paterno de Geisiely, contou que sua sobrinha era uma boa menina. “Essa menina nunca deu trabalho a ninguém, ela passava sempre lá em casa. E no dia que ela desapareceu, ela foi lá [casa dele] perguntar pelo meu netinho, primo dela. Eu quero justiça”, desabafou.

“Ela era muito legal e ela sempre me dizia que tínhamos que estudar para ser alguém na vida. Ela queria muito ajudar a mãe dela”, revelou Maria Rana, amiga de Geisiely.

Além dos familiares e amigos, estiveram presentes no sepultamento de “Geisi”, como era chamada, alunos, professores e o diretor da Escola Municipal Professora Maria Do Carmo de Moraes, onde ela estudava. Anônimos também foram dar apoio a todos que estão sofrendo com a perda brutal e inesperada da menina.

Clique aqui e saiba sobre o caso.

População grita por justiça equanto se deslocam ao cemitério. Assista o vídeo abaixo:


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